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A massagem oriental desenvolveu-se principalmente na civilização ancestral da China, e é uma das vertentes da Tradicional Medicina Chinesa (desde 2.800 a.C.), que por sua vez é uma das práticas do Taoísmo, que tem conceitos escritos desde 5.500 a.C. 

Com toques e manipulações sobre trajetos (meridianos) e pontos específicos,busca-se a regulação da energia através da regulação das forças YIN/YANG no organismo, promovendo um efeito fortalecedor das suas defesas naturais.

Nas várias regiões da China e posteriormente do Japão foram desenvolvidas particularidades técnicas dentro da estrutura da massagem oriental, as mais difundidas no ocidente são o An-Mo, Tui-Na, Shiatsu e o Do-In.

 

A massagem ocidental já era praticada pelos egípcios e persas, e posteriormente pelos gregos e romanos, principalmente na área de preparação desportiva e tratamentos físicos.

Mas foi no final do século XIX que o Dr. Henry Pahr Ling introduziu a massagem como recurso terapêutico na comunidade médica, o que definiu-se nos tempos atuais como massagem ocidental ou massagem sueca.

Os princípios básicos são: a reabilitação dos sistemas ósseo, articular e muscular e a estimulação dos sistemas circulatório e linfático.

A partir desses princípios, no século XX, houve um aprimoramento de técnicas, desenvolvendo o conceito de reorganização das estruturas físicas e a sua relação com o aspecto psíquico. Tecnicamente foram valorizados o toque no tecido conjuntivo, a atuação no sistema nervoso (relaxamento) e a consciência do corpo e movimento.